CHUPADAS
Quarta, 03 de Junho de 2015
WASHINGTON X SÃO PAULO
Nesse caso, Washington veio bem depois.
Acham apenas coincidência?

 
Publicado por Marcelo Tomaz às 12:08 PM   comentários [ 0 ]
Quinta, 16 de Abril de 2015
UNITAS/RNL (CHILE) OU AGÊNCIA MOV?
PELO AMOR DE DEUS, NÃO ME VENHAM COM NHENHENHÉM DE QUE ESTOU PERSEGUINDO ESTE OU AQUELE INOCENTE DESAVISADO HEIN, POIS ESTE TEXTO NÃO COLA COMIGO NÃO.

Aqui eu posto dois anúncios, um chileno, outro brasileiro, um que saiu antes, outro sai agora, ambos com um grau de semelhança GI-GAN-TES-CO. Daí me surgem algumas perguntas:

Qual é o limite?
Se vendemos criatividade, não devemos entregá-la?
Criatividade e originalidade devem estar sempre juntas mesmo?
Num mundo deste "tamaninho" não seria prudente se precaver destas possíveis coincidências?

É nessa hora que reconheço o valor do Shutterstock, pelo menos é escancarado e pronto.

Enfim...

 
Publicado por Marcelo Tomaz às 01:27 PM   comentários [ 1 ]
Segunda, 27 de Janeiro de 2014
TOP GEAR X TOP CAR
Qual a probabilidade do seriado TOP GEAR do HISTORY ter chupado a marca da TOP CAR?

Rerere...
 
Publicado por Marcelo Tomaz às 10:05 AM   comentários [ 0 ]
Sexta, 08 de Novembro de 2013
BEBA COM MODERAÇÃO
Está aí no título deste artigo um conselho dos bons.

Pesquisando sobre marcas nestes últimos 20 anos, já me deparei com situações de cair o queixo, coisas que deixariam qualquer pessoa com o mínimo de dignidade e senso do ridículo, rubra. Vejam estas três marcas que separei: Jack Daniel's, Corona e Heineken, mundialmente conhecidas, referências em seus respectivos setores e certamente por isso, alvos de espertalhões de plantão espelhados pelo mundo afora, e especialmente na China.

Ao criarmos uma marca, podemos e devemos tentar imprimir a ela uma identidade e um grau de exclusividade, de forma a não só construir um símbolo forte e ímpar, mas também temos a obrigação de dificultar ao máximo as possíveis ações dos "copiadores" de plantão. Ok, quando se cria uma marca, como podemos nos resguardar deste tipo de ação? Visto que para se copiar algo, basta apenas que aquilo exista, pura e simplesmente.

É difícil dizer uma receita pronta e específica, mas certamente o caminho passa pela sólida construção da marca em si, sua história, sua promessa e sua coerência, que é um fator também bastante relevante neste contexto. Dessa maneira, mesmo que os "copiadores" consigam (sim, e eles sempre conseguem), um resultado extremamente próximo do original, ainda assim, haverão diferenças perceptíveis, e para um público atento, isso não passará despercebido. Mas e para o grande público que não vive prestando atenção nestes detalhes tão específicos?

Estão fadados a viverem sendo enganados por estes "arremedos" até o final de suas vidas? Bem, obviamente que aqui e em qualquer situação da vida cotidiana, quem é mais atento, tende a ser menos enganado, enquanto aos mais distraídos, resta dentre outros artifícios, o de contar com a sorte. Acho que zelar pela imagem dos produtos é responsabilidade do seu dono, porém quando lidamos com a pirataria global, isso fica praticamente impossível, restando assim, a estratégia de fortalecer a marca original de uma tal maneira que, aos que insistirem na cópia, tenham tanto esforço e trabalho para darem credibilidade ao "arremedo" que o torne inviável.

Ou se faz uma cópia "de primeira linha" tentando se passar pelo original ou, ao contrário, o produto copiado será motivo de piadas, graças a sua própria fragilidade, deixando assim de oferecer qualquer risco à sua versão original. Uma cópia só faz algum sentido, quando consegue se fazer passar pelo original, fora isso, é apenas um objeto ilusório que conforta quem o comprou e nada mais.

Vejam estes três exemplos que trouxe para ilustrar este texto, tenho certeza que numa grande festa, cheia e animada, se começássemos servindo nas quatro primeiras rodadas whisky Jack Daniel's, cervejas Corona e Heineken e logo após, passássemos para Johns Daphne, Cerono e Heimekem, pouquíssimas pessoas perceberíam a mudança, o que geraria uma bela economia financeira ao evento, ao custo de seríssimos danos hepáticos aos seus convidados, não é mesmo?

Pensem nisso, e olho vivo no que bebem, comem e usam, pois tem muita gente esperta de olho no que você não está de olho.


Texto originalmente publicado na Revista Recall.
 
Publicado por Marcelo Tomaz às 07:39 AM   comentários [ 0 ]
Segunda, 22 de Julho de 2013
BSB X SHUTTERSTOCK
Durante os últimos tempos, estive um pouco afastado do blog por causa de um outro projeto pessoal que desenvolvo, mas quando vi este "case" no site de uma agência aqui mesmo da província, não pude resistir a tecer alguns questionamentos:

. Até onde vai o compromisso da agência com a exclusividade do que se cria para o cliente?

. Qual o limite que divide a criação de fato (algo novo, ímpar...), da reutilização de imagens disponíveis em bancos de imagens?

. Talvez pela baixa remuneração do projeto, ou mesmo por um descuido, valeria a pena correr o risco de encontrar a mesma imagem-tema da minha campanha, na do concorrente?

. Ok, os bancos de imagem estão aí para isso mesmo, serem utilizados. Mas não valeria a pena, pelo menos algumas mudanças (cortes, nuances de cor, inclusão de elementos...) nas imagens oriundas deles, a fim de tentar imprimir um grau mínimo de exclusividade ao material criado?

Enfim, tantas são as perguntas para respostas que estamos cansados de saber. Aqui o que eu acho, é que o descuido da agência, pode ter interferido negativamente no resultado final do projeto. Isso para dizer o mínimo...

Fica o alerta bem humorado:

BANCO DE IMAGEM, SE USAR, NÃO DIRIJA. (Pelo menos arte)

 
Publicado por Marcelo Tomaz às 04:29 PM   comentários [ 4 ]
Terça, 05 de Fevereiro de 2013
PASSAREDO X CLIMA MINAS
Mais um exemplo da falta de vergonha que assola os "criadores" de marca por este mundo afora.

Vejam o grau de similaridade, eu mesmo fiz a sobreposição e pude constatar a aberração.

Enfim, não sei se rio, choro ou sigo a vida...

 
Publicado por Marcelo Tomaz às 10:43 AM   comentários [ 7 ]
Sexta, 31 de Agosto de 2012
VAMOS CHUPAR LARANJA?
Ga-le-ra, mais uma obra prima do senso comum, ou teria sido outra obra do acaso ou ainda, inconsciente coletivo?

Subindo dia desses no elevador do prédio, vi uma animação da construtora BILD que jurei já ter visto antes aqui em Ribeirão Preto.

Era o mesmo tema, a mesma ilustração (bola laranja), a mesma caracterização (exceto o detalhe da gravata), mas existia ali UM GRANDE DIFERENCIAL: em uma, o homem segurava a tal "bola laranja" com a mão esquerda, enquanto na outra, com a direita.

PRONTO!
Estava resolvida a situação, ninguém mais poderia sugerir ou acusar ninguém de plágio, cópia, chupada...

Bem, a primeira (NEW OFFICE) sei que foi criada pela ALTA COMUNICAZIONE, a outra ainda não sei quem fez.

Agora faço uma pergunta:

Precisavam mesmo esbarrar nessa infeliz coincidência?
Sei, sei que a "bola laranja" é a marca da BILD, mas a posição, o modelo (homem) e o figurino tinham que ser tão parecidos?

Eu não teria corrido este risco. Não mesmo...

Bem, agora que tal "chuparmos" uma laranjinha e esquecermos isso?

Fui.
 
Publicado por Marcelo Tomaz às 02:20 PM   comentários [ 0 ]
Terça, 10 de Julho de 2012
CAMPO GRANDE X CAMPO REDONDO
WOW!!!

Acreditem pessoal, é sério.
E o prefeito de Campo Redondo supostamente acusou Campo Grande de ter plagiado a sua tão criativa e inovadora marca.

Isso sim é o fim dos tempos.

 
Publicado por Marcelo Tomaz às 03:02 PM   comentários [ 3 ]
Terça, 10 de Julho de 2012
UNITED WAY X GOVERNO DE TODOS (RN)
Jesus...

Dessa vez teve até requinte de crueldade, vejam a sacadinha de mudar a cor para azul, no "RN".

Macabro.
 
Publicado por Marcelo Tomaz às 02:59 PM   comentários [ 1 ]
Quarta, 20 de Junho de 2012
DRYTHEMES OU FAM (APP)
clique para ampliar
Recebi esta indicação de post do Ralf (saberá Jesus que é Ralf, mas é como se identificou), ele aponta como chupada, mas eu acho que este termo não se encaixa, pois como é um template, qualquer um pode usar, não é mesmo?

Isso posto, podemos falar da necessidade de se criar algo minimamente exclusivo para um cliente como a APP, que trabalha e incentiva a criatividade, por isso, na minha opinião, poderiam ter se esmerado mais no quesito originalidade.

Bom, mas como um hotsite, portanto efêmero, valeria a pena mesmo este trabalho todo? Um template não resolveria todos os problemas? Prazos cumpridos, tudo funcionando rápido, enfim...

Quem opina?
 
Publicado por Marcelo Tomaz às 11:11 AM   comentários [ 0 ]
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